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Síndrome Atópica Cutânea Felina

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A síndrome atópica felina (SAF) representa os distúrbios de hipersensibilidade caracterizados por uma apresentação clínica altamente diversa, incluindo a pele, sistema gastrointestinal e respiratório.

 

O termo “síndrome atópica felina” (SAF) abrange uma variedade de doenças alérgicas em gatos, os quais incluem a síndrome atópica cutânea felina, asma/doenças respiratórias e doenças gastrointestinais que podem estar associadas a uma hipersensibilidade a alérgenos ambientais, alimentos e à dermatite alergica a picada de pulgas.

 

Dentre esses distúrbios está a síndrome atópica cutânea felina (SACF), na qual a hipersensibilidade é tipicamente associada a alérgenos ambientais, apesar de alimentos poderem coexistir. 

Semelhante à dermatite atópica em cães, o diagnóstico da síndrome atópica cutânea felina é clínico, ou seja é baseado nos sinais clínicos compatíveis e na exclusão de outras doenças com características clínicas similares.

A eliminação de pulgas/alergia à picada de pulgas, de outros parasitas, infecções e da alergia alimentar é mandatória antes de fechar o diagnóstico da SACF.

A síndrome atópica cutânea felina (SACF) é uma dermatopatia desafiadora para os médicos veterinários, pois não tem cura e o objetivo é reduzir o prurido e as lesões nos felinos. 

As doenças alérgicas cutâneas em gatos apresentam diversos padrões cutâneos, não tendo apenas um padrão específico. 

A síndrome atópica cutânea felina apresenta quatro padrões cutâneos:

  • dermatite miliar 

  • alopecia/rarefação pilosa auto-induzida por lambedura excessiva 

  • ⁠prurido em cabeça e pescoço 

  • ⁠complexo granuloma eosinofílico 

Devido a essa apresentação clínica altamente heterogênea, o diagnóstico da SACF pode ser desafiador.

 

O diagnóstico é baseado nos sinais clínicos, nas lesões cutâneas compatíveis e na exclusão de outras doenças com características semelhantes.

O tratamento tem como objetivo minimizar e controlar a coceira,

a inflamação, combater as infecções secundárias e prevenir as recidivas. 

Não há cura para a síndrome atópica cutânea felina. 

O objetivo do tratamento é reduzir a gravidade e a

frequência das crises alérgicas. 

A imunoterapia alérgeno-específica é uma alternativa a longo prazo para reduzir a frequência, a intensidade das crises e a utilização de medicamentos.

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